Receber e concluir, falar e ouvir... Um são outros, NÃO, o que importa é que todos VÃO. Só o que fica é o que se faz...
Ouvi essa frase em uma música, uma música que gosto bastante, Produto Nacional - banda gaúcha. Gosto das mensagens que eles passam. Mas bem, voltando ao sentido da frase, realmente ela é muito verdadeira e remete ao velho ditado “Do pó viemos e ao pó retornaremos”. Hoje existem rótulos e mais rótulos, quando as pessoas se conhecem elas logo já sacam o questionário da cabeça, que deve ficar guardado em um cantinho no cérebro para tal situações, rsrsrs... Ai começa aquela chuva de perguntas, parece até uma entrevista de emprego, há e o entrevistado, se contém e analisa para quem sabe, responder o que entrevistador quer ouvir.
Engraçado isso, né... Por esses motivos, fica cada vez mais difícil conhecer o SER que vive, é possível conhecer muito bem o que ele faz, qual a sua representatividade na sociedade e se tem uma boa representação, é claro. Acaba ocorrendo uma demonstração de fazeres, reputações, popularidades, enfim, nada além de rótulos. O interessante seria tentar conhecer a pessoa como ela é, divertida, engraçada, melancólica, suas diversas faces de “SER”, independente de qual posição ela está tomando na vida hoje, ou a sua presente situação rotulada. As situações mudam, as pessoas também, mas a sua verdadeira essência não! Então, tentar conhecer alguém em sua essência, seria a melhor opção para fugir de todo o esse “blá, blá, blá”, costumeiro dos relacionamentos atuais. Os rótulos não fazem a menor diferença, somos todos iguais, a mesma vida que habita em mim é a vida que habita em você, portanto aceitar as diferenças, não julgar, ter empatia são exercícios que venho praticando no meu dia-a-dia. Difícil? Sim! Mas, quem disse que as coisas são fáceis na vida? Quando queremos mudar alguma atitude, precisamos começar por nós mesmos.
Namastê!
Olá Jana!
ResponderExcluirGostei muito dos seus textos, do seu Blog.
Fica com Deus!
Beijos,
Alê.
Obrigada Alê! Bjo!
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