domingo, 28 de novembro de 2010

Pôr-do-sol



Ontem assistindo ao espetáculo do pôr-do-sol reparei: como o sol se põe rápido! Questão de segundos e a sua luz se esconde entre o horizonte. Quando o sol está lá no meio do céu não tenho essa impressão, acredito que seja por que ele ainda tem um longo caminho a percorrer até o horizonte. Isso me faz pensar também que o tempo passa rápido, muito rápido e que as vezes nem percebemos que ele passa. É por essas e outras que me conscientizo cada vez mais em aproveitar o momento presente, pois ele passa. E se por um acaso, uma adversidade estiver sendo enfrentada, procurarei lembrar também que “isso passará”. Com o tempo as situações se dissolvem, se diluem e tudo fica mais claro, aquilo que era incompreensível passa a ser compreendido e nesse meio tempo, o mundo continua girando. O mundo gira, embora muitas vezes, ele poderia parar, ou então, girar mais rápido, ok! Cabe, portanto, o exercício da paciência para todos os momentos, virtude de controle emocional que venho praticando e desenvolvendo. Bom, para hoje quero paciência, equilíbrio e harmonia para aceitar as situações, aprender com elas e crescer.

Abraço!

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Reencontrar

Bom dia - Segunda-feira!


Domingo final de tarde em casa, tempinho nublado, harmonia, sentimento agradável no ar, quando ouço o meu nome a ser chamado em frente de casa. Sai para ver quem era, e... que surpresa, duas amigas que não via a uns 3 ou 4 anos... Uma estava morando na Espanha e a outra na Argentina, ambas voltaram a morar em Floripa. Nossa, como é estranho isso, ficamos anos sem ver as pessoas e quando as reencontramos parece que nunca deixamos de vê-las.
Acredito que isso tenha a ver com amizade, com o verdadeiro sentimento de amizade, pois independente de quanto tempo você não encontra um amigo, ou independente das voltas que ele tenha dado, parece que a sua essência não muda. As duas acumularam novas experiências, novos sentimentos, novos gostos, novos hábitos e eu também, durante esse período. Mas, separadamente das experiências acumuladas, elas continuam em essência... Muito legal e prazeroso isso! Conversamos muito, rimos bastante, cada uma contou os seus acontecimentos nos últimos anos, os aprendizados, as adversidades, o crescimento. Visões diferentes compartilhadas de maneiras diferentes, e com vários sentimentos semelhantes, os quais parecem não mudar de situação para situação. Penso que a diferença está em como cada pessoa encara e passa pelas circunstâncias da vida. Vimos fotos, comemos, até nos emocionamos com os depoimentos de cada uma... Que momento valioso, um simples momento, porém com tanto significado, tanta entrega e satisfação, prazer em ouvir os relatos de cada uma, apenas ouvir, e o mais importante sem julgar.
Queridas agradeço pelo presente de ontem, o momento presente que foi vivenciado profundamente em harmonia e serenidade.

"Os velhos amigos
Quase nunca se perdem
Se guardam para
Certas ocasiões"
Almir Sater

Boa segunda-feira!

Jana!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Julgamento

Julgamento 

Havia numa aldeia um velho muito pobre que possuía um lindo cavalo branco. Numa manha ele descobriu que o cavalo não estava na cocheira. Os amigos disseram ao velho:
- Mas que tristeza, seu cavalo foi roubado!
E o velho respondeu:
- Calma, não cheguem a tanto. Simplesmente digam que o cavalo não está mais na cocheira. O resto é julgamento de vocês.
As pessoas riram do velho. Quinze dias depois, de repente, o cavalo voltou. Ele havia fugido para a floresta. E não apenas isso: ele trouxera uma dúzia de cavalos selvagens consigo. Novamente as pessoas se reuniram e disseram:
- Velho você tinha razão. Não era mesmo uma tristeza, e sim uma benção.
E o velho disse:
- Vocês estão se precipitando de novo. Quem pode dizer se é uma benção ou não? Apenas digam que o cavalo está de volta.
O velho tinha um único filho que começou a treinar os cavalos selvagens. Apenas uma semana mais tarde, ele caiu de um dos cavalos e fraturou as pernas. As pessoas se reuniram e, mais uma vez, se puseram a julgar:
- E não é que você tinha razão, velho? Foi uma tristeza seu único filho perder o uso das duas pernas.  
E o velho disse:
- Mas vocês estão obcecados por julgamentos hein? Não se adiantem tanto. Digam apenas que meu filho fraturou as pernas. Ninguém sabe ainda se isso é uma tristeza ou uma benção.
Aconteceu que, depois de algumas semanas, o país entrou em guerra e todos os jovens da aldeia foram obrigados a se alistar menos o filho do velho. 
Quem é obcecado por julgar, cai sempre na armadilha de basear seu julgamento em pequenos fragmentos de informação, o que o levará a conclusões precipitadas.  Nunca encerre uma questão de forma definitiva, pois quando um caminho termina outro começa, quando uma porta se fecha outra se abre. Assim é o curso da vida.
Autor desconhecido. (Extraído de um site indicado por um amigo).




Lendo a metáfora refleti: o que está descrito nela é o que acontece em nossas vidas, na maioria das vezes. Quando recebemos alguma informação do mundo, já saímos logo com o nosso julgamento, criando uma resposta imediata e, uma, duas ou até mais situações que não existem. Por qual razão é tão difícil somente ouvir a situação e aceitar ela, como ela é? Sem fantasiar, sem criticar, sem criar outra situação. Encontro uma resposta: por causa do nosso julgamento, aquele julgamento interno, diversas vezes “ele” até conversa conosco. Seria mais fácil e mais prazeroso não julgar, não julgar algo que não está ao alcance, algo que não vivenciamos...

É um exercício, pretendo praticá-lo... Sendo assim, tentarei deixar o pensamento crítico para situações que merecem realmente ser resolvidas. Além disso, um fator importante, resolver as situações no momento em que elas precisam ser resolvidas.

Um abraço!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

A história das coisas


Hoje, assistindo a esse vídeo, pensei muito sobre as “coisas do mundo”, as coisas materiais que temos, que trabalhamos para ter, que rotulamos quem tem, ou deixa de ter. Ando pensando muito sobre isso, por exemplo, se conhecemos alguém, nos preocupamos mais em rotular a pessoa a conhecer ela profundamente e, assim conhecer o que ela realmente é. Penso também na superficialidade do mundo de hoje, viramos “trabalhadores da máquina”, corremos atrás de algo, de um salário melhor, de mais status e tudo isso para quê? Para provar o que e para quem? Estamos no caminho errado da estrada, precisamos mudar a nossa conduta, ou pelo menos tentar.
Não adianta querermos nos enganar, participando de todo esse consumismo desenfreado que não nos leva a nada. Precisamos parar, como eu escutei uma frase em uma música outro dia desses e acho muito digno postá-la aqui “pare o mundo que eu quero descer”. Interpreto o "quero descer" com um sentido de chega de se enganar, chega de participar desse capitalismo criado para nos deixarmos literalmente escravos e por conseqüência, infelizes. Onde está o verdadeiro valor das coisas, está em seu ipod? Em seu macbook? Não, não, não, vamos acordar e sair dessa farsa, vamos procurar a nossa essência, a essência das pessoas, vamos tentar fazer a nossa parte por um mundo melhor. Ando tomando muitos “tapas na cara” ultimamente, por que nunca pensei muito em tudo isso, não dava bola, sei lá... Hoje, consigo visualizar tudo de forma diferente, com muito mais consciência e ao mesmo tempo revolta. Essa revolta me faz querer fazer a minha parte, o meu papel nisso tudo e estou tentando. Estou aprendendo a cada dia com a vida e também estou deixando ela me ensinar, visto que quero evoluir como ser humano. Creio não estar aqui de passagem. Não estou aqui para usar tudo que eu posso e depois jogar fora...

Desculpem-me pelo desabafo, se é que alguém leu e agradeço a atenção.

Despeço-me com uma pergunta: Onde está o seu verdadeiro valor?

Luz e paz!

terça-feira, 9 de novembro de 2010

THE POWER OF NOW - O Poder do Agora (Legendado em português)



Neste vídeo é possível perceber um pouco a proposta do livro "O poder do agora". Não vou relatar muito sobre nesse momento, somente quero compartilhar, vale a pena assistir e SeR!

Aprender!



Aprender: Qual o real sentido dessa palavra? Hoje percebo ela com um enorme sentido, o qual antes, por minha limitada percepção, não era possível. Todas as definições de "aprender" acabam se encontrando no mesmo sentido, em suma  seria o modo como os seres adquirem novos conhecimentos, desenvolvem competências e mudam o comportamento. A parte mais importante dessa definição, para mim hoje é, "mudam comportamento", pois percebi que em toda a minha vida aprendi, aprendi bastante, mas muitas vezes não mudei o comportamento. Então me pergunto: será que houve aprendizado, realmente? Acredito que houve, mas de uma forma superficial. Hoje aprendo de uma forma mais ampla, uma forma completa, uma forma de "SER" o novo aprendizado adquirido, ou seja, sendo o novo aprendizado, o comportamento muda.

Desejo muita luz para o dia de hoje!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Começar por onde? Pelo começo!


Resolvi criar este blog para postar aqui um pouco do que estou aprendendo a cada dia. Sem nenhum outro objetivo, se não o de externalizar o que estou sentindo no momento PRESENTE. Não sou escritora, perdoem-me se houver algum erro de português, pois a finalidade é apenas externalizar as minhas ideias e aprender, quem sabe eu evolua a minha escrita também... Rsrsrs.


Estou começando a aprender com esse momento, o  momento mais sagrado que existe em nossas vidas: O Momento PRESENTE!
Por enquanto e para esse momento, é isso!
Agradeço...Paz e luz!